sábado, 8 de agosto de 2009

Nos sonhos, debutante.

Não quero nem saber quem sou,
se sou.

Não quero amor,
nem dor.
Agonizante paixão,
não me ordena...
Não me condena.

Café e papel,
caneta,
carrossel e... céu.

Só palavras doces,
para adocicar os dias de sua ausência.
Dias vazios, de sábias poesias,
jogadas ao vento, ao esquecimento.

Não sinto seu sorriso,
oportuno sorriso,
simples e singelo,

deslumbrante, morena debutante.
Como o cometa,
passageiro...

Como o cometa,
inesquecível.

Um comentário:

pauane disse...

Meu lindo
Parabéns pelo seu blog.

E sobre o poemaa
muitoo lindooo
Perfeitoo!

te amoo muuitoo